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Pedro Loureiro quer retomar Câmara Itinerante em abril

Por Redação

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Na noite de terça-feira, dia 02, os vereadores de Lafaiete voltaram do recesso para a primeira sessão de 2016. Neste último ano da legislatura, a presidência da Casa será ocupada pelo vereador Pedro Loureiro (DEM). Ele pontuou a aproximação com a população como principal meta de seu mandato e, em visita de cortesia ao Jornal CORREIO falou sobre outras ações que serão realidade neste ano.            

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De acordo com o edil, a principal ação é a retomada, em abril, das sessões da Câmara Itinerantes. A iniciativa leva serviços e realiza a sessão ordinária no bairro, aproximando-se do cidadão. "Pretendo implantar, principalmente, a Câmara Iti­nerante que é uma forma de ouvir e ver de perto as solicitações da comunidade, além de possibilitar o exercício da cidadania por parte dos munícipes, contribuindo para um fazer político que esteja de acordo com necessidades dessas pessoas. Elas podem também conhecer melhor o funcionamento do Legislativo e, assim, quando tiver alguma questão em que possamos ajudar, saberá como proceder", destaca 

Nos primeiros meses, o novo presidente acredita que, além das diversas propostas de leis a serem apresentadas por seus pares, estarão em pauta, as possíveis adequações no Código Sanitário. "A legislação foi amplamente discutida com a realização de audiência pública, mas che­garam diversas reclamações com relação à taxa que foi criada, mas que é cobrada conforme a metragem do empreendimento", pondera.

Loureiro afirma que é importante ressaltar que, durante a discussão do código, os vereadores buscaram amenizar algumas obrigações, adaptando o código à realidade do comércio de Lafaiete de modo a não inviabilizar a principal atividade econômica da cidade. "Acredito que ele deve ser revisto, o quanto antes, e tenho a certeza de que meus pares terão esse compromisso, pois desde o início da discussão, nossa preocupação foi em criar esse mecanismo sem que houvesse mais dificuldades para os comerciantes, que já estão sofrendo com os impactos da crise em nosso pais e, principalmente em nosso município", comenta.

A crise na Câmara

O momento de crise influencia também em uma das propostas que Pedro Loureiro pretende apresentar e que busca a transparência das vagas disponíveis nas escolas municipais. O vereador atenta para a necessidade de a proposição ser debatida, uma vez que muitos pais estão tirando os filhos das escolas particulares e procurando o serviço público. "Precisamos defender aqueles que mais precisam", comenta.

Segundo o democrata, também houve várias conversas entre os vereadores com intuito de debater o aumento de cadeiras para a próxima legislatura. Segundo ele, é consenso entre os edis que este não é o momento devido às dificuldades econômicas enfrentadas pelo município.

Também está entre as medidas pretendidas pelo presidente, o esforço no sentido de que as leis aprovadas na Casa sejam cumpridas. "Estou entrando com requerimento para saber o porquê da lei, que proíbe carros abandonados nas ruas, não está sendo cumprida. Quero saber quantos focos de dengue já foram encontrados nessa situação. A lei foi elaborada, entre outras coisas, para evitar isso, mas não é o que vemos ao andar pelas ruas da cidade", critica, advertindo que muitos veículos são utilizados para esconder drogas entre outras coisas ilegais. "O que vemos é que falta uma fiscalização mais intensa e vamos cobrar isso do Executivo", adianta.        

Outra ação importante, na opinião de Loureiro, é o Centro de Atendimento ao Cidadão (CAC). Ele garantiu que o local continuará expedindo, gratuitamente, do­cumentos pessoais (como carteiras profissional, de identidade e do SUS), mantendo-se também a ouvidoria, canal direto e eficiente para o recebimento de críticas e encaminhamento de dúvidas e sugestões da população. 

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