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Atlético x Cruzeiro: Lafaietenses dão exemplo de como torcer

<p style="text-align: justify;"><a href="images/stories/site/1239/futebolgd.jpg" target="_blank"><img src="images/stories/site/1239/futebol.jpg" border="0" style="float: left; margin: 5px;" /></a>Atleticanos e cruzeirenses acordaram hoje, dia 12/11, com a expectativa para o primeiro jogo da histórica final da Copa do Brasil, que será disputada no Independência, às 22h. Pela primeira vez, os times se enfrentam numa final de um campeonato nacional. De um lado, Atlético, que, nos últimos dois jogos, conseguiu uma classificação heróica. Do outro, o Cruzeiro, que pode ser bi-campeão Brasileiro e conquistar sua quinta Copa do Brasil. Juntos, eles fazem de BH a capital do futebol nacional.</p>

Por Redação

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Se por um lado, a rivalidade histórica movimenta as conversas de fim de tarde e as redes sociais, por outro, também reside o temor de que os ânimos, exaltados pelo fanatismo, possam levar à violência.

 

Mas bons exemplos não faltam pelas ruas da cidade. Desde cedo, o lafaietense tirou os uniformes do guarda-roupa, hasteou suas bandeiras e aguarda, com uma ansiedade quase insuportável, o apito inicial. Entre muitos, parece prevalecer o orgulho de ver Minas no centro do futebol brasileiro em um momento em que os dois maiores clubes do estado mostram um futebol empolgante. E é esse orgulho que move pessoas como o atleticano Paulo Nonato de Castro, 57 anos.

 

Morador do bairro Cachoeira, ele hasteou, lado a lado, as bandeiras dos rivais e afirma torcer para que o bom futebol seja campeão: “O importante é que dois times mineiros estão na final. Faz muito tempo que esperamos por isso”, revela. A iniciativa tem uma boa justificativa e agrada a dois torcedores especiais: “Meu filho, Paulo Henrique, de 10 anos, é atleticano. Minha neta, Thayna Sthefany, 7 anos, torce para o Cruzeiro. Quero um mundo de paz para eles”, finaliza.