<p style="text-align: justify;"><a href="images/stories/site/1235/ademirgd.jpg" target="_blank"><img src="images/stories/site/1235/ademir.jpg" border="0" style="margin: 5px; float: left;" /></a>Em abril, no dia 3, ele completou 72 anos. O meio-campista Ademir da Guia nasceu no Rio de Janeiro e começou carreira no Bangu (RJ), onde jogou 59 vezes e marcou 12 gols. Jefferson Chaves, o nosso colaborador com as histórias dos “feras”, o descreve como um dos melhores meias que o futebol brasileiro produziu. Você que teve a honra de vê-lo jogar também deve ter essa mesma opinião. Técnica apurada, refino ao tratar a bola, elegante e eficiente, Ademir encantou milhões de pe<span style="color: #000000;">ssoas e conquistou vários títulos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="images/stories/site/1235/dirceugd.jpg" target="_blank">E</a><span style="color: #000000;">m 62 foi para o Palmeiras, onde marcou 153 vezes nos 901 jogos que disputou e participou da conhecida “academia”. E foi no “Verdão” que Ademir, o “Divino”, ganhou cinco campeonatos brasileiros, a Taça Brasil/67, Roberto G. Pedrosa 67 e 69 e o certame nacional de 72 e 73. Além disso, foi campeão paulista também por cinco vezes (66,69, 72 e 73), tendo sido campeão também no Torneio Rio/São Paulo em 1965.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Injustiçado como Dirceu Lopes, na Seleção Brasileira Ademir jogou pouco, apenas 14 vezes, e não marcou nenhum gol com a camisa canarinho.</p>
<p style="text-align: justify;">No Palmeiras, Ademir foi titular por 15 anos e se transformou na figura central da famosa “Academia” e intitulado de maior ídolo palmeirense. Seu apelido é uma parte do apelido de seu pai, o “Divino Mestre” Domingos da Guia.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="images/stories/site/1235/dirceu.jpg" border="0" style="margin: 5px; float: left;" />Ao prefaciar um livro, o craque corintiano Sócrates escreveu: “Ademir tinha uma calma “irritante”, seu passe era perfeito e ele passeava pelos gramados como um cisne”. Já para João Cabral de Melo Neto, Ademir impunha com seu jogo um ritmo de chumbo, da lesma, da câmera lenta, do homem dentro de um pesadelo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006 foi lançado um documentário sobre sua carreira intitulado “Um craque chamado divino”.</p>
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<p style="text-align: justify;">O Príncipe</p>
<p style="text-align: justify;">Na edição passada, destacamos Dirceu Lopes, que esteve na cidade dia 27, autografando seu livro e Jefferson Chaves teve a oportunidade do encontro com o “gênio”. Agradecido e na sua simplicidade, após ouvir e se impressionar com parte da sua história contada pelo lafaietense, o atacante cruzeirense devolveu: “gênio é você”, referindo-se a Jefferson. (Amauri Machado)</p>