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Dengue despenca em Lafaiete, mas vigilância ao mosquito deve ser constante

A secretaria de Saúde mantém ações de vigilância, visitas domiciliares, eliminação de criadouros, tratamento de depósitos e fiscalização de áreas prioritárias

Por Redação

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Dengue despenca em Lafaiete, mas vigilância ao mosquito deve ser constante
Foto: Freepik

 

Lafaiete apresenta redução nos registros de dengue, chikungunya e Zika em 2026, na comparação com o ano anterior, chegando a 70,6%. Segundo dados do Painel Temático do Estado de Minas Gerais, acessados em 11 de agosto, foram contabilizados 86 casos de dengue, um de chikungunya e nenhum de Zika neste ano. Em 2025, foram 293 casos de dengue, dois de chikungunya e nenhum de Zika.

A dengue também apresenta queda expressiva em relação a 2024, quando o município registrou 38.580 casos. Em 2023, foram 1.418 ocorrências. Para chikungunya, foram 14 casos em 2023, 70 em 2024, dois em 2025 e um em 2026. Zika teve um registro em 2024 e nenhum nos demais anos.

Os dados apontam ainda redução da mortalidade: em 2023 foram registrados dois óbitos por dengue e, em 2024, 33. Não houve mortes pelas três arboviroses em 2025 e 2026 até o momento. A Vigilância Epidemiológica considera a dengue a principal preocupação no município devido ao maior número de casos e ao potencial de evolução para formas graves.

Em 2026, os dois LIRAa realizados apresentaram índice médio de 0,4% de infestação pelo Aedes aegypti, considerado satisfatório pelo Ministério da Saúde. Outros dois levantamentos estão previstos para este ano. As regiões de Santa Matilde, São João e Progresso/Albinópolis concentram o maior número de registros e focos identificados, inclusive por meio do monitoramento com drones.

A Secretaria de Saúde mantém ações de vigilância, visitas domiciliares, eliminação de criadouros, tratamento de depósitos e fiscalização de áreas prioritárias. Também utiliza drones e ampliou a estratégia das ovitrampas. A população é orientada a reservar 10 minutos por semana para verificar quintais e áreas externas, eliminar recipientes com água parada, manter reservatórios tampados e permitir o acesso dos agentes aos imóveis.

A Secretaria reforça que o combate ao mosquito deve ser contínuo, independentemente da quantidade de casos registrada no momento.

Denúncias de locais que possam favorecer a formação de criadouros podem ser feitas pelo telefone (31) 3764-9912 ou pelo aplicativo Lafaiete Digital.

Fonte: Painel Temático do Estado de Minas Gerais. Dados acessados em 11 de agosto de 2026 e sujeitos a alteração.

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