Imóvel do IEF no bairro JK apresenta sinais de deterioração; instituto afirma que mantém monitoramento permanente
Relatório aponta vulnerabilidade do imóvel e recomenda medidas para reforçar sua proteção; o IEF garante que realiza vigilância eletrônica, visitas periódicas e limpeza da área
Segundo a PM, o imóvel já havia sido alvo de crime contra o patrimônio e, por esse motivo, passou a receber fiscalizações periódicas
Um imóvel pertencente ao Instituto Estadual de Florestas (IEF-MG), localizado na Rua Ricardo Alexandre Migliaro, no bairro JK, em Conselheiro Lafaiete, voltou a ser alvo de atenção após a Polícia Militar identificar sinais de deterioração e vulnerabilidade durante vistorias preventivas realizadas na área.
Segundo a corporação, o imóvel já havia sido alvo de crime contra o patrimônio e, por esse motivo, passou a receber fiscalizações periódicas para prevenir novas ocorrências e preservar o bem público. Em uma dessas inspeções, realizada na madrugada de 10 de junho, os militares constataram que o imóvel permanecia em situação de completo abandono. Ao chegarem ao local, os policiais verificaram que a porta de acesso, improvisada anteriormente, continuava aberta. Durante a vistoria, não localizaram qualquer responsável pela edificação e encontraram um ambiente aparentemente desocupado há longo tempo, sem mobiliário, com portas arrombadas, acúmulo de sujeira e evidentes sinais de deterioração.
O relatório também destaca que a parte dos fundos do terreno pode ser acessada por uma área de mata, condição que aumenta a vulnerabilidade do imóvel e favorece invasões, ocupações irregulares e a prática de delitos. Diante desse cenário, a Polícia Militar encaminhou comunicado ao Instituto Estadual de Florestas solicitando a adoção das providências necessárias para reforçar a proteção, manutenção e fiscalização da estrutura. Em nota enviada ao Jornal CORREIO, o Instituto Estadual de Florestas informou que realiza monitoramento permanente da área, por meio de visitas periódicas, sistema de vigilância eletrônica e serviços regulares de limpeza. O órgão ressaltou ainda que mantém contato constante com a Polícia Militar e demais instituições competentes para fortalecer a segurança do imóvel, além de avaliar medidas complementares voltadas à preservação do patrimônio público.