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Orkut pode chegar em 2025 com cara nova

Rede social será reformulada com inteligência artificial e foco em bem-estar digital, mas promete manter funções clássicas

Por Redação

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Orkut pode chegar em 2025 com cara nova
Foto: Orkut/Reprodução

Site do Orkut ainda mostra uma carta assinada pelo criador da rede 


O programador turco Orkut Büyükkökten reacendeu a nostalgia dos internautas em abril de 2022 ao reativar o site da antiga rede social que leva seu nome. Na ocasião, anunciou que o Orkut voltaria, embora sem previsão de lançamento. A boa notícia é que esse retorno pode estar mais próximo do que nunca. Durante o Rio Innovation Week, realizado no ano passado, Büyükkökten revelou que o relançamento da plataforma pode acontecer ainda em 2025. Segundo ele, a proposta não é simplesmente reeditar o antigo Orkut, mas criar uma nova rede social com base em três pilares: privacidade, interações genuínas e menor dependência de algoritmos.

O objetivo é oferecer um ambiente virtual que incentive conexões humanas verdadeiras, em detrimento da busca incessante por curtidas e viralizações. Por isso, funcionalidades icônicas como os scraps, os depoimentos e as comunidades devem ser resgatadas, mas com uma roupagem atual. Para se manter competitiva, a nova versão do Orkut também contará com recursos modernos, como inteligência artificial e sistemas de recomendação baseados no comportamento do usuário — porém, sem rastreamento comercial ou venda de dados. Até o momento, não há uma data oficial de estreia, mas o projeto segue em desenvolvimento, e o lançamento em 2025 é uma possibilidade concreta.

Brasil seguirá como prioridade

Durante sua trajetória anterior, o Orkut acumulou cerca de 30 milhões de usuários, com forte predominância de brasileiros — tanto que, na época, o Google transferiu a sede da rede social para o Brasil. De acordo com Büyükkökten, o país continuará sendo um dos focos estratégicos do novo projeto. A equipe responsável está dividida entre São Paulo e o Vale do Silício, e o objetivo é também atrair a Geração Z, que anseia por experiências digitais mais saudáveis e livres de excessos.