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Neuropsicologia expande sua atuação e demanda novos profissionais

Por Redação

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A Neuropsicologia é a ciência que estuda a relação entre o cérebro e o comportamento humano e tem buscado melhorar a qualidade de vida de pacientes com Alzheimer, Parkinson, paralisia cerebral, dos que sofreram sequelas de Acidente Vascular Cerebral (AVC), traumatismo craniano, e, também, de autistas e pessoas que têm Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), entre outros. De acordo com a psicóloga especialista em Neuropsicologia Clí­nica Márcia Delmare de Oliveira Peixoto, a neuropsicologia tem expandido sua atuação com o aumento da expectativa de vida e com a evolução das tecnologias para inclusão. "A avaliação neuropsicológica consiste em uma investigação minuciosa das funções cognitivas, sensoriais, motoras, emocionais e sociais da pessoa, com o intuito de se identificar algum comprometimento funcional neurológico, bem como as áreas preservadas. Utilizando-se uma bateria de testes e procedimentos padronizados, analisa-se detalhadamente a relação entre o comportamento do indivíduo e o funcionamento de seu cérebro, a fim de auxiliar no diagnóstico e na compreensão da extensão das perdas funcionais para estabelecer tipos de intervenção específica e adequada, desenvolvendo um plano de reabilitação", explica a psicóloga.

A reabilitação neuropsicológica busca encontrar a força que estimula o potencial do cérebro humano em casos de doenças, lesões, privação de sono ou envelhecimento, para incentivar a inclusão social, a autoestima e a integração familiar, informa a especialista.

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Neuropsicologia em crianças

Em crianças, identificam-se, com certa frequência, alterações comportamentais e dificuldades na aprendizagem escolar, devido a vários fatores, como problemas de atenção, concentração, compreensão, memória, incapacidade para ler e para fazer cálculos. "A importância da avaliação neuropsicológica reside no fato de se procurar identificar precocemente a presença de algum distúrbio, bem como o grau de sua evolução. Uma vez identificado algum prejuízo funcional, pode-se contribuir para a inclusão social da pessoa, por exemplo, desenvolvendo-se novas estratégias para lidar com as limitações apresentadas, minimizando-as", finaliza.

 

Serviço

Márcia Delmare de Oliveira Peixoto
Psicóloga especialista em Neuropsicologia Clínica
Clínica Inovar (Lafaiete): 3721-2781

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