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Secretário de Desenvolvimento Econômico sairá de lista tríplice das entidades do comércio

Por Redação

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Enquanto alguns nomes começam a ser dados como certos no primeiro escalão do prefeito eleito Mário Marcus, outro ainda dependerá de uma consulta às entidades de classe ligadas ao comércio, principal atividade econômica do município.  Trata-se do secretário de Desenvolvimento Econômico, cargo ocupado atualmente por Alessandro Dalla Vedova. Ele teve sua atuação criticada por não conseguir alavancar uma política de atração de empresas, vista como fundamental para modificar o cenário das finanças municipais, tradicionalmente refém de repasses dos governos estadual e, principalmente federal, por meio do Fundo de Participação dos Municípios.

O pensamento é repetir o que foi feito na administração do ex-prefeito José Milton de Carvalho Rocha (PSDB). O tucano definiu o chefe da pasta após consultar os presidentes da Associação Comercial Industrial, Agropecuária e de Serviços (Acias) da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-CL) e do Sindicato do Comércio (Sindcomércio). Na época, o escolhido foi Aloísio de Resende, que hoje preside a CDL-CL.

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Nenhum nome ainda foi apresentado, mas o prefeito tem demonstrado especial atenção em relação à pasta, que é considerada estratégica. Para acertar na escolha, o prefeito busca dialogar com as entidades de classe e assim, encontrar um nome com o perfil desejado para a administração que se inicia em janeiro de 2017.

No atual governo, a insatisfação com o desempenho da pasta motivou a convocação do secretário, por mais de uma vez à Câmara Municipal. As principais críticas eram com relação aos investimentos atraídos pelo município. Os questionamentos foram ainda reforçados pelas frustrações decorrentes da não implantação do shopping e da empresa Industrial Rex. O aproveitamento do Distrito Industrial também fez elevar o tom das críticas do legislativo ao secretário. Até mesmo um dossiê apresentado por ele foi alvo de ataques e vários vereadores afirmaram que as ações descritas no documento pouco impactaram no crescimento econômico da cidade.




















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