Matemática eleitoral castiga e 5° mais votado perde a cadeira para o 29°
Mais um "Vestibular da Câmara" chegou ao fim e, como de costume, vários vereadores, que se deram bem em oratória e foram muito bem votados, acabaram reprovados pela tal matemática eleitoral. Está certo que a prova era realmente difícil: foram mais de 20 candidatos por vaga. Mas essa não é a única questão. Quem confere o saldo das urnas (veja a lista completa na página C9), não contesta a eleição de Carla Sássi (1.715 votos), Sandro José (1.642 votos), Divino Pereira (1.605) e Fernando Bandeira (1.176), mas fica sem entender por que o Arlindo Leiteiro, com notáveis 1.159 votos, viu o Darcy da Barreira assumir uma cadeira, pela escolha de 563 eleitores ? menos da metade dos seus votos. Ou por que Darci entrou na Câmara com 563 votos e Renato Pelé, do Atletique, que teve a mesma votação, ficou de fora.Esse foi o caso do muito bem votado major Marco Antônio, 6° mais votado (1.137 votos), mas excluído dos 13 eleitos. E até do Adão Bispo, do Gagé, que sempre consegue uma votação expressiva, mas não segura uma cadeira na Casa Legislativa.
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